ESTA AÇÃO É TRANSFORMADORA ..........Responsabilidade Social..........


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Parabéns... o meio ambiente agradece. Esta atitude correta ,que vai minimizar o impacto socioambiental na questão do desmatamento na Amazonia.... esta ação é comprometida com uma Educação Ambiental pautada no socioeconômico.


A responsabilidade ambiental é cada vez mais relevante para que uma empresa como a nossa consiga manter, e ampliar, seus espaços nos mercados interno e externo de produtos bovinos”, disse Fernando Bertin, presidente da Bertin. “Nós hoje estamos dando um passo fundamental e em seis meses, seremos capazes de rastrear nossos fornecedores diretos para assegurar sua adesão à esta política”.

A decisão da Bertin S.A. Ela coloca dois pesos pesados da indústria de processamento bovino no país engajados na luta pelo fim do desmatamento na Amazônia. O outro é o Marfrig, quarto maior frigorífico brasileiro, que logo após o lançamento do relatório do Greenpeace ‘A Farra do Boi na Amazônia’, assumiu os mesmos compromissos. A Marfrig, por sinal, no seu último relatório trimestral aos acionistas, incluiu uma auditagem independente comprovando que ela está seguindo à risca a nova política. “A decisão da Marfrig abriu a porteira para a modernização da pecuária brasileira”, disse Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace.

Bertin S. A. anunciou que não comprará mais gado de fazendas com desmatamentos ocorridos a partir de 22 de junho de 2009. A empresa também se comprometeu a tirar de sua lista de fornecedores propriedades rurais envolvidas com trabalho escravo, violência agrária, grilagem de terras e invasão de Terras Indígenas e Áreas Protegidas. A Bertin é a maior exportadora de couro do mundo e a segunda maior fornecedora de carne do Brasil para o mercado mundial.

A Bertin garantiu que num prazo de seis meses estará apta a cumprir o que foi acordado com o Greenpeace. Durante os próximos 180 dias, a empresa prometeu implantar um sistema para rastrear o gado das fazendas de engorda, responsáveis pelo fornecimento direto para o abate. Quanto ao resto da cadeia produtiva, as fazendas de cria de bezerros e recria de garrotes, a Bertin acredita que em dois anos terá capacidade de rastreá-las, estendendo o controle sobre o gado que chega até suas plantas. (greenpeace)


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