-PLANETA MALTRATADO, PREJUÍZO NO BOLSO -


“Copenhaguem encontro que irá articular financiamento para problemas causados pelas mudança climáticas.”

O preço é alto, para arrumar a casa(planeta terra). A cada impacto ambiental um preço a pagar, isso é resultado de um sistema que desenvolveu em modelos que hoje são ultrapassados porém ainda são encontrados seguidores.
As questões ambientais estão presentes em nosso dia a dia quando vivenciamos ou acompanhamos na midia reportagens sobre as inundações, desmatamento, aumento do nível do mar e contaminação etc. .

Para reparar tudo isso paga-se um preço alto, tudo isso poderia ser evitado muitos empresários trabalham sob a égide do enriquecimento desmedido tendo como primícia principal o crescimento (PIB) e não do desenvolvimento sustentável resultando num planeta doente.

O Estudo Econômico e Social Mundial 2009, divulgado na semana passada pelas Nações Unidas, estima que serão necessários por ano entre US$ 500 bilhões e US$ 600 bilhões para enfrentar alguns dos problemas causados pela mudança climática, e que estarão na agenda da próxima conferência internacional sobre o tema que acontecerá no mês de dezembro na cidade de Copenhague.

No ano passado, o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Gordon Brown, revelou o “Mapa do Caminho para Copenhague”, que inclui uma proposta para arrecadar US$ 100 bilhões por ano para financiar medidas de mitigação e adaptação diante do aquecimento do planeta, especialmente nos países mais pobres que sofrem secas, inundações, desmatamento, aumento no nível do mar e contaminação. Entretanto, esses fundos, fornecidos principalmente por doadores ocidentais, não seriam suficientes para alcançar as metas traçadas pela ONU.

“Serão necessários milhares de milhões de dólares em financiamento público”, destacou Ban Ki-moon. “Deve haver mais dinheiro, não apenas para a ajuda oficial ao desenvolvimento em um novo pacote. Se podemos resgatar os bancos, sem dúvida podemos encontrar os fundos para proteger milhões, quando não milhares de milhões, de pessoas e seus meios de subsistência”, ressaltou.

Em entrevista à IPS, o chefe da Unidade de Desenvolvimento de Estratégias e Análises de Políticas do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, Richard Kozul-Wright, disse que as questões de finanças devem ser parte integral do debate sobre mudança climática. “Creio que a cúpula pode ter um impacto muito positivo. O secretário-geral insiste na necessidade de uma visão, urgência e liderança sobre o tema da mudança climática”,
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