10.21.2012

Meio Ambiente Zona Rural ganha o PRA E O CAR , entenda como funciona.

19/10/2012 - 10h42m
http://www.ultimasnoticias.inf.br/?pg=8&id_busca=22131
MEIO AMBIENTE 
É necessário tentar essa medida, o país ja possue areas desmatadas demais, e isso leva muitos anos para serem recuperadas. Preservar é melhor do que lamentar a ausência de água, de oxigênio, de ar não muito oluído, de terras fértis etc.

Código Florestal é "página virada", diz Izabella Teixeira

Divulgação

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em entrevista para explicar vetos ao Código Florestal
Da redação
Fonte: G1
Um dia após anunciar os vetos da presidente Dilma Rousseff ao texto do novo Código Florestal, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou nesta quinta-feira (18) que o debate em torno da nova legislação ambiental brasileira é "página virada". O governo não teme, segundo ela, que o decreto presidencial que regulamenta o Código seja derrubado pela Justiça.  
Nesta quinta-feira o governo publicou, no "Diário Oficial da União", nove vetos da presidente ao texto aprovado pelo Congresso. Para compensar os artigos vetados, a presidente editou um decreto.  
Izabella disse os vetos da presidente foram "cirúrgicos" e que houve respeito a "todo o processo de debate no Congresso".  
"Estamos virando a página. Uma página importante de um debate no Congresso", afirmou a ministra. Para o governo, a conclusão da tramitação do Código Florestal representa o "marco zero da gestão ambiental no país". "Nós demos o primeiro passo para colocar uma nova realidade entre meio ambiente e produtor rural, de fato, juntos. Esse é o caminho", disse a ministra.  
Segundo Izabella, não há preocupação dentro do governo quanto aos questionamentos que a oposição promete fazer ao Supremo Tribunal Federal. "Tenho firme convicção de que a decisão do veto e a edição do decreto é uma decisão com base jurídica, com precisão técnica", disse. "Questionamento jurídicos sempre acontecem no Brasil em todas as matérias. Temos toda a segurança dada pelo ministro [da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio] Adams", afirmou a ministra.  
A edição do decreto presidencial, explicou Izabella, tem respaldo dentro da própria lei aprovada pelo Congresso. "A presidenta editou um decreto exatamente dando as disciplinas do PRA e do Cadastro Ambiental Rural seguindo o que o próprio texto legal, aprovado pelo Congresso Nacional, estabelece para o Poder Executivo Federal", afirmou.  
Desafio de implementar  
O desafio a partir de agora, disse Izabella, "é implementar". Alguns dos instrumentos para colocar a lei em funcionamento é a regulamentação do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR), prevista no decreto.  
"Com o sistema nacional de cadastro ambiental, entenderemos a realidade do campo no Brasil. É um cadastro que não existe no país, então nós vamos entender a realidade de cinco milhões de propriedades rurais nesse país", afirmou.  
O decreto assinado por Dilma estabelece as principais regras do PRA e do CAR, que é um registro eletrônico obrigatório de todos os imóveis rurais do país, e vai concentrar informações sobre eles – incluindo a medição das áreas com imagens de satélite.  
Já o PRA é um compromisso firmado pelo proprietário rural para manter, recompor ou recuperar áreas de preservação permanentes, de reserva legal e de uso restrito do imóvel rural. O programa suspende por um ano a aplicação de sanções a proprietários rurais que desmataram APPs antes de 22 de julho de 2008, desde que eles apresentem planos de recuperação das áreas degradadas.  
O novo Código Florestal, afirmou a ministra, mostra que "é possível construir uma nova ideia de consenso".  
"Esse é o caminho que o governo procurou, trilhou com toda a segurança jurídica dada pela Advocacia-Geral da União e com a envergadura do diálogo político que o governo assumiu durante o debate no Congresso e dentro do próprio governo", declarou.

10.20.2012

Mais de 30% das mulheres terão osteoporose após a menopausa, diz estudo da Abrasso | Jornal Correio do Brasil


Mais de 30% das mulheres terão osteoporose após a menopausa, diz estudo da Abrasso | Jornal Correio do Brasil
Camila Maciel
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Uma em cada três brasileiras irão desenvolver osteoporose, doença que enfraquece os ossos, após a menopausa, aponta estudo da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Apesar do alto percentual entre a população feminina, apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos já fizeram algum exame para detectar a doença. Para reforçar a necessidade de prevenção e do diagnóstico precoce, a associação promove hoje (20), no Dia Mundial de Combate à Osteoporose, a campanha nacional Seja Firme Forte.
A costureira Maria Bueno Dedin, de 69 anos, descobriu a doença há apenas cinco anos, quando fez a primeira densitometria óssea. “Descobri em um exame de rotina. Nunca senti nenhuma dor que indicasse a doença. Agora faço o exame todo ano para acompanhar”, disse. Com tratamento à base de remédios, ela conseguiu estabilizar a perda de massa óssea que caracteriza a osteoporose. Assim como a costureira, cerca de 50% das mulheres fazem o exame tardiamente, somente entre 51 e 60 anos, quando o ideal seria logo após o início da menopausa, aponta a associação.
Maria Bueno passou pela Estação Liberdade do metrô, na manhã de ontem (19), onde a equipe da campanha distribuía cartilhas e orientava a população sobre medidas de prevenção à osteoporose. Ações como esta serão feitas pela Abrasso até amanhã (21) em pontos de grande circulação da capital paulista, como estações de metrô e parques públicos.
Cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com o problema, de acordo com a associação. As cartilhas também serão distribuídas em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Nas atividades também haverá o cadastramento de mulheres com mais de 65 anos que nunca tenham feito uma densitometria óssea, exame que mede a densidade mineral óssea e a compara com padrões para idade e sexo . Elas poderão fazer o exame gratuitamente na clínica médica Casa Branca, que integra a campanha na capital paulista.
Até 3 mil mulheres paulistas, durante os meses de novembro a janeiro, devem ser atendidas pela iniciativa. “Nessa faixa etária ainda existem muitas mulheres que não fizeram o exame”, disse Vinícius Finardi, coordenador de atendimento ao cliente da clínica.
Levantamento feito pela Abrasso mostra que dos 1.717 equipamentos para o exame em funcionamento atualmente, apenas 367 estão no Sistema Único de Saúde (SUS). Também há grande disparidade do ponto de vista regional, já que a maior parte dos aparelhos, 1.222 do total, está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
Entre a população masculina com mais de 65 anos, a frequência da osteoporose é apenas 10%. A proporção é dez mulheres para cada homem com a doença. Eles, no entanto, também não devem descuidar das medidas de prevenção, alerta a associação. O aposentado João Rodrigues, de 82 anos, por exemplo, nunca fez um exame para verificar a saúde dos ossos. “Eu nunca senti nada e o médico também nunca pediu”, disse.
Rodrigues acredita que se protege da doença ao consumir dois copos de leite por dia. Mas a quantidade necessária de consumo de leite e derivados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é maior: tem que ser pelo menos três porções diárias. A pesquisa da Abrasso, que entrevistou 2 mil brasileiras, mostra que o engano é cometido por seis em cada dez mulheres. Elas acham que apenas um copo de leite por dia é suficiente para prevenir a osteoporose.
A Abrasso aponta que 90% das mulheres não consomem a quantidade de cálcio recomendada. A prevenção deve começar na infância, por meio de uma alimentação equilibrada e rica em cálcio, presente, principalmente, em leite e derivados. Por ser uma doença que não causa dor, muitas vezes o diagnóstico é feito somente após a primeira fratura, provocada pela fragilidade dos ossos.
A estudante universitária Hellen da Silva Sabo, de 19 anos, ainda deverá atingir o seu pico de massa óssea, que ocorre por volta dos 30 anos, mas ela sabe que são as atitudes assumidas agora que irão garantir a saúde de sua estrutura óssea no futuro. “Sempre gostei muito de leite, sempre como alimentos que possuem proteína, cálcio”, diz. Além da alimentação, a estudante pratica atividade física regularmente.
Edição : Fábio Massalli

10.13.2012

O PLANETA AGUARDA AÇÕES REALMENTE SIGNIFICATIVAS.

MEIO AMBIENTE: Plano prevê a responsabilidade compartilhada na logística reversa

Mais de 80 pessoas, entre empresários, representantes de sindicatos, associações empresariais e entidades como a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Associação Comercial do Paraná (ACP), Federação do Comércio (Fecomércio), além da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), participaram, na manhã desta quarta-feira (03/10), da segunda reunião do Comitê de Logística Reversa da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). A iniciativa tem como objetivo articular junto a outros elos da cadeia produtiva, como o comércio, as propostas que deverão ser apresentadas à Sema no âmbito da logística reversa, medida que prevê a responsabilidade compartilhada – entre fabricante, comerciante e consumidor -, pela destinação final dos produtos.
 Responsabilidade compartilhada- De acordo com o coordenador de resíduos sólidos da Sema, Carlos Garcez do Nascimento, todos os elos da cadeia produtiva devem ser envolvidos no fluxo reverso. “Não existe fracionamento da responsabilidade entre indústria e comércio. Todos somos 100% responsáveis”, afirmou.
Edital - A reunião coincidiu com o anúncio oficial da Sema, publicado no Diário Oficial do Paraná nº 8811, desta quarta-feira (03/10), que prorroga por mais 45 dias o prazo para que as empresas apresentem suas propostas para implantação da logística reversa, prevista no Edital de Chamamento nº 01/2012.  Com a dilação do prazo, as empresas têm até o dia 23 de novembro para apresentar suas propostas. Estas propostas, normalmente, são apresentadas por entidades representativas, através de sindicatos e associações, e não de forma individual por empresa.
Articulação - Para viabilizar este processo de forma organizada, estas propostas serão articuladas com todos os elos da cadeia produtiva. “É preciso que todas as ações dentro de uma cadeia estejam coordenadas para que as propostas elaboradas sejam de fato possíveis de serem aplicadas”, afirmou o assessor da presidência da Fiep, Irineu Roveda, que presidiu a reunião. Esta articulação ficará a cargo da gerência de Fomento e Desenvolvimento da Fiep, que conduzirá reuniões com todos os integrantes das 16 cadeias produtivas do Estado. “Para efeitos de edital, os setores que têm cadeias muito complexas poderão mandar para a Sema não uma proposta fechada, mas um termo de compromisso com um calendário de trabalho, bem operacional, para construir esta proposta até junho de 2013”, explica Luciano Busato, analista técnico da gerência de Fomento e Desenvolvimento responsável por conduzir as articulações setoriais referentes à logística reversa. Segundo Nascimento, a Sema recebeu, até o momento, apenas três propostas de logística reversa: embalagens de agrotóxico, embalagem de óleo lubrificante e óleo lubrificante.
Preocupações – Desde que foi determinada sua obrigatoriedade, através da Lei 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a logística reversa vem trazendo preocupações ao setor produtivo devido às dificuldades inerentes à implantação deste processo. “Ainda há muitas dúvidas”,  disse o assessor de meio ambiente do Sistema Ocepar, Silvio Krinski, que representou o setor cooperativo na reunião desta quarta.  “A preocupação das cooperativas agroindustriais é saber qual a responsabilidade de cada um, os desdobramentos do programa, reflexos diretos e os custos”, exemplifica o assessor.
Fórum - De acordo com Krinski, para tentar esclarecer as dúvidas das cooperativas agroindustriais, o Sistema Ocepar promoverá um Fórum de Meio Ambiente, no dia 16 de outubro, com a finalidade de discutir a política nacional dos recursos sólidos e a responsabilidade das cooperativas em relação ao edital de chamamento publicado pela Sema. “Pretendemos convidar também entidades que já tem propostas de logística reversa”, conta.
 Compromisso - De uma forma geral, as entidades que participaram da reunião do Comitê de Logística Reversa pediram mais compromisso do poder público com o setor produtivo na implementação da medida. “O poder público está passando a responsabilidade para a iniciativa privada. Temos que ser parceiros”, disse o vice-presidente da Fiep, Rommel Barion, que destacou a necessidade de um acompanhamento por parte da Sema na construção as propostas. (Com informações Imprensa Fiep/PR)


10.10.2012

Solo transparente, ajuda a observar o solo ao vivo. Muito bom para novas descobertas !!.


Australianos criam solo transparente para ver as raízes das plantasSolo transparente, que ajudará no estudo das raízes, demorou cerca de dois anos para ser desenvovido


Pesquisadores da Austrália desenvolveram um solo transparente que possibilita o estudo das raízes das plantas ainda debaixo da terra. A equipe formada por profissionais do Instituto James Hutton e da Universidade de Abertay Dundee levou cerca de dois anos para produzir um material capaz de recriar a química do solo e permitir o crescimento natural de qualquer tipo de vegetação.
Eles criaram um composto químico a partir do Nafion – sintético desenvolvido pela Dupont no fim da década de 1960 e que é usado, atualmente, em células de geração de energia e combustível – para usá-lo como “ingrediente” principal do novo tipo de solo.
Segundo o biologista Lionel Dupuy, que lidera o grupo, o material é um substrato com características muito semelhantes às da terra de verdade, como retenção de água, capacidade de reter nutrientes e de manter o crescimento e o fortalecimento da planta. O solo só fica translúcido, no entanto, quando é saturado por uma solução especial à base de água.
“Com esta nova técnica, os cientistas agora têm uma maneira de observar processos do solo ao vivo. Isso é emocionante, porque há tantas coisas para descobrir no solo e não sabemos ainda o que são”, diz o biologista.
De acordo com Dupuy, a nova técnica é um marco importante do estudo da rizosfera, local subterrâneo onde as raízes entram em contato com o terra, pois o solo transparente vai permitir que a “agricultura possa depender menos dos fertilizantes”, além de ajudar nos desafios que existem nas áreas de segurança alimentar e mudanças climáticas.
“Há diferentes disciplinas científicas que poderiam se beneficiar desta pesquisa. Solos transparentes podem ser usados para estudar a proliferação e a transmissão de patógenos de solo (...) e  para entender como as plantas ou micróbios acessam os nutrientes que são distribuídos no solo.”
O biologista disse que, por enquanto, a técnica tem um custo muito elevado, o que dificulta que o solo transparente seja produzido em uma escala maior para ser usado por qualquer pessoa,  e não só pesquisadores.

O tempo esta passando !!! E você esta economizando recursos para as proximas gerações?

Minas é tão reconhecida pelas suas águas quanto pelos seus recursos minerais, por isso, recebe o título de “caixa-dágua do Brasil”. Não é por acaso que há mais de 10 anos, o Prêmio Furnas Ouro Azul, uma iniciativa dos Diários Associados patrocinada pela Eletrobras Furnas, valoriza ideias de proteção e uso racional dos recursos hídricos. O Prêmio surgiu muito antes da palavra sustentabilidade alcançar tamanho repertório e a preocupação com a preservação da água ser tão latente na sociedade.
Mais do que premiar iniciativas exemplares, o objetivo é mobilizar as pessoas para o uso consciente deste recurso tão importante.
Em uma década de realização, foram inscritos quase 2.000 trabalhos em 7 categorias, destacando-se a participação de várias empresas e instituições, além de grande adesão da sociedade. Em 2010, foi criada também a categoria mirim, contribuindo para a conscientização das futuras gerações.
Este ano, além de projetos que promovem a utilização racional dos recursos hídricos, também poderão participar projetos na área de racionalização de recursos naturais e combate a desperdícios de energia elétrica. E foi criada uma nova categoria: 'Destaque 10 anos', que vai premiar ações que já tenham sido contempladas nas edições anteriores do Prêmio Ouro Azul e que continuem em execução. Os projetos dessa categoria serão avaliados levando-se em conta o aperfeiçoamento de processos e seus resultados, visando a melhoria contínua do desempenho ambiental.
As inscrições estarão abertas até 16 de novembro e poderão ser feitas através do site: www.ouroazul.com.br.
As pessoas podem participar nas seguintes categorias:
  • Empresa (pública e privada)
  • Comunidade (ONG’s e Associações Comunitárias, Pessoa Física)
  • Acadêmico (Estudante - Nível Superior e Especialização; Pós-Graduado – Mestres e Doutores)
  • Destaque 10 anos
  • Categoria Mirim (5 a 7 anos ; 8 a 10 anos).
Os melhores projetos de cada categoria serão publicados em um caderno especial no jornal Estado de Minas e no site www.ouroazul.com.br, e, além do prêmio – um troféu, ganharão visibilidade e reconhecimento.

10.01.2012

Sustentabilidade não são todos que querem !!!

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/08/30/deputado-ruralista-diz-que-atitude-da-presidencia-quanto-a-acordo-do-codigo-florestal-e-antidemocratica.htm

Código Florestal: deputado ruralista diz que atitude da Presidência é "antidemocrática"
http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/08/30/deputado-ruralista-diz-que-atitude-da-presidencia-quanto-a-acordo-do-codigo-florestal-e-antidemocratica.htm


Em nota, o deputado Ronaldo Caiado, da Frente Parlamentar Agropecuária e vice-líder do Democratas na Câmara dos Deputados, disse que a "nota da Presidência contra acordo do Código Florestal é antidemocrática".
A resposta vem depois do vazamento de um bilhete da presidente Dilma Rousseff questionando o suposto "acordo com o governo" para aprovação da MP do Código em Comissão Mista do Congresso e de nota oficial que afirma que o acordo "não teve aval ou concordância do Governo Federal".
O Deputado disse que os parlamentares receberam "com indignação a nota que desautoriza o acordo proposto pela base governista". Ele afirma ainda que "tal atitude eliminou qualquer chance de acordo em plenário". Vale lembrar que a MP passa por votação na Câmara e no Senado e depois segue para sanção presidencial.
No texto aprovado nesta quarta-feira (29), as áreas de preservação permanente em vegetação nas margens de rios foram diminuídas. O governo defende a proposta enviada pela Presidência que escalona as áreas a serem preservadas de acordo com o tamanho da propriedade, chamado de "escadinha".

MP do Código Florestal

Texto anterior Texto aprovado
20 metros de proteção nas margens de rios para propriedades de 4 a 10 módulos fiscais 15 metros de proteção nas margens de rios para propriedades de 4 a 15 módulos fiscais
Para propriedades maiores, mínimo de 30 e máximo de 100 metros de proteção Para propriedades maiores, mínimo de 20 e máximo de 100 metros
Caiado era um dos grandes opositores a aprovação do texto final na Comissão Mista que analisava a MP e só aceitou aprová-lo quando uma emenda que alterou a escadinha e aumentou os benefícios para desmates ilegais foi aceita pelos demais membros da Comissão.
Leia a nota na íntegra:
"Recebemos com indignação a nota da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República que desautorizou o acordo proposto na última quarta-feira (29/8) pela base governista durante a votação da Medida Provisória 571 (Código Florestal) na Comissão Mista do Congresso Nacional. Tal atitude eliminou qualquer chance de acordo em plenário. Parlamentares de oposição e de governo foram desrespeitados pelo Governo Federal, que insiste em cassar a nossa prerrogativa de legislar. É ainda a desmoralização de deputados e senadores governistas, que empenharam sua palavra para que a matéria fosse apreciada. Se essa atitude da presidente Dilma Rousseff não for revista, será criada uma crise institucional de graves proporções. O Legislativo brasileiro não é casa de vassalos do Executivo."

Código Florestal