1.19.2013

A natureza se deixa alterar, mas manda resposta, no momento certo.

A natureza  não possue voz, como certos movimentos o feminino,  gays, lésbicas,idoso, criança etc.  Esta vem sendo agredida,durante um longo período, chega um determinado momento, em que a natureza não suportando tantas  agressões, responde.

Este momento é possível vivenciar quando surgem os furações, maremotos, terremotos etc.

Por não ter voz, responde com os impactos ambientais, em relações as agressões plantadas pelo homem.

Vamos ter cuidado com nossas ações.


12.19.2012

Rachaduras nos pés, dicas para ficar bonitos novamente.

Nossos calcanhares sofrem com este tempo seco, principalmente quando preferimos sandálias e chinelos aos sapatos fechados.
Foi-se o tempo em que as rachaduras nos calcanhares eram “privilégio” das pessoas idosas…
Bom, então vamos para a dica.
Triture um punhado de arroz até obter uma farinha fina, ainda que não fique homogênea. Adicione algumas colheres de mel e um pouco de vinagre de maçã, o suficiente para obter uma pasta grossa. Se as rachaduras forem muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva. Mergulhe os pés por 20 minutos e massageie suavemente com essa pasta.
Observe a melhora nas rachaduras e repita a aplicação até elas desaparecerem…
http://www.lindoamor.net/site/2012/12/19/dica-para-acabar-com-as-rachaduras-dos-pes/

12.01.2012

#Plano de aula Planejamento semanal.

Planejamento Semanal
Escola: Alimento do ser humano é o amor.
Turma: Pré  -Escola - 3º período. 
Professora: Ana Claudia
Data: _____/_____/_____ a _____/_____/_____

Disciplinas: , Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade, Matemática, Identidade e Autonomia.
Eixo Temático: História rimada, sistematização de letras do alfabeto, sistema de numeração.
Objetivos Específicos:
Movimento:
  • Ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e ritmo corporal em situações vivenciadas.
  • Participar de brincadeiras e jogos que envolvam correr, pular, dançar, etc..
Musica:
  • Expressar-se e interagir em situações de vivência, através da música e da dança
  • Explorar e identificar elementos musicais, tais como, sons, ritmos, letras de musicas;
  • Escutar e apreciar diversas obras musicais( regionais, folclóricas, eruditas, variadas).
Artes Visuais:
  • Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura e da colagem;
  • Desenvolver o habito do cuidado e do respeito pelo processo de produção e criação de suas obras e dos demais colegas.
Linguagem Oral e Escrita:
  • Reconhecer a escrita do próprio nome dentre as demais.
  • Identificar letras do nome e demais colegas e palavras e textos estudados;
  • Interessar-se por escrever palavras pré estabelecidas, ainda que de forma não convencional;
  • Despertar o gosto por histórias lidas, contadas ou encenadas;
  • Ouvir e interpretar histórias narradas, poemas, canções e versos;
  • Identificar rimas de palavras, bem como fazer distinção entre palavras ouvidas e escritas, poemas, letras de músicas e histórias rimadas.
Natureza e Sociedade:
  • Estabelecer e ampliar relações de afeto e amizade no âmbito escolar e familiar;
  • Conhecer e valorizar o patrimônio cultural o qual está inserido.
Matemática:
  • Ampliar noções de cor , tamanhos e formas;
  • Desenvolver o raciocínio lógico;
  • Estabelecer conceitos de classificação e seriação.
  • Relacionar número à sua quantidade.
  • Identificar números nos diferentes contextos em que se encontram, fazendo a comunicação de quantidades oral ou com registros.
  • Descrever e representar ambientes pré-estabelecidos, pequenos percursos e trajetos.
Identidade e Autonomia:
  • Ampliar a autoconfiança, percebendo suas limitações e possibilidades, agindo de acordo com elas;
  • Desenvolver atitudes de respeito, colaboração, em suas vivências;
  • Adquirir imagem positiva de si.
Síntese dos conteúdos:
Movimento/ Música:
  • Coordenação motora
  • Brincadeiras livres e dirigidas
  • Dança
  • Músicas, cantigas de roda e de ninar
Artes Visuais:
  • Desenho livre
  • Pintura e colagem
  • Reprodução de histórias através de ilustração e dramatização
Linguagem Oral e Escrita:
  • Historia contada e/ou lida, letras de músicas
  • Escrita de frases sobre temas estudados.
  • Reconhecimento de letras do alfabeto já estudadas anteriormente
  • Reconto de história;
  • Escrita espontânea, ditado conceitual e escrita do nome.
Natureza e Sociedade:
  • Ser criança/ Direitos da criança.
Matemática:
  • Conceitos ( classificação e seriação), Raciocínio lógico, Jogos
  • Sistema Numérico relações de número e quantidade
  • Calendário ( dia, mês e ano)
  • Noções temporais ( manhã / tarde/noite.cedo/ tarde, ontem/ hoje/ amanhã)
  • Descrição e representação de ambientes, pequenos percursos e trajetos.
Identidade A autonomia:
  • Escrita e identificação de letras do próprio nome;
  • Esquema corporal (nomeação e reconhecimento das partes do corpo)
  • Desenho de si.
Recursos didáticos:
  • Folhas mimeografadas, cola, tesoura,som, CD , lápis de cor, tinta.
Metodologia:
  • Aula expositiva; Leitura (não convencional), leitura feita pelo professor
  • Atividades escritas;
  • Jogos, brincadeiras
Desenvolvimento das atividades:
Atividades de rotina diária
  1. Entrada
Musica de chegada.
2 Rodinha de conversa:
Oração;
Chamada;
Estudo do calendário e do tempo;
Elaboração do planejamento do dia;
  1. Uso do banheiro:
Lanche;
Escovação dos dentes;.
  1. Avaliação:
Replanejamento:
  1. Repouso.
6 Preparação para a saída.

Os estados Acre, Amazonas e Tocantins, a taxa desmatamento subiu.


Amazônia Legal registra menor taxa de desmatamento em 24 anos, diz ministério

Camila Campanerut
Do UOL, em Brasília
rcello Casal Jr/ABr
  • A ministra Izabella Teixeira anuncia que o desmatamento da Amazônia Legal caiu 27%, o menor índice desde 1988. Apesar do recorde histórico, a taxa subiu em três Estados (Acre, Amazonas e Tocantins) A ministra Izabella Teixeira anuncia que o desmatamento da Amazônia Legal caiu 27%, o menor índice desde 1988. Apesar do recorde histórico, a taxa subiu em três Estados (Acre, Amazonas e Tocantins)
O desmatamento na Amazônia Legal caiu 27% entre agosto de 2011 e julho de 2012, na comparação com os 12 meses anteriores. Os números são os menores desde o início do levantamento, feito desde 1988 - um recorde histórico dos últimos 24 anos -, e foram divulgados nesta terça-feira (27) pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
No total, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), foram desmatados 4.656 quilômetros quadrados no período de 2011 e 2012, o equivalente a quase quatro vezes o tamanho do município do Rio de Janeiro, que tem 1.255 quilômetros quadrados. No ano passado, o número consolidado era de 6.418 quilômetros quadrados.
“Esta foi a única boa notícia ambiental que o planeta teve este ano”, resume a ministra Izabella Teixeira. “[A área de desmatamento] É um marco jogar abaixo de 5.000 quilômetros quadrados.”
Até 2020, o governo brasileiro tem uma meta voluntária de reduzir em 80% o desmatamento em relação à média do período de 1996 a 2005, de acordo com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, para o patamar de 3.925 quilômetros quadrados.
As informações são obtidas pelo Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), sistema do Inpe que consolida dados coletados ao longo de doze meses por satélites capazes de detectar áreas desmatadas a partir de 6,25 hectares. Os números consolidados serão divulgados em meados de 2013, em data ainda não definida, já que as informações publicadas hoje têm margem de erro de 10%.

Veja registros do desmatamento na Amazônia nos últimos anos

Foto 1 de 30 - mai.2012 - Resquícios de floresta amazônica ao longo da rodovia PA 150, no Pará Reuters/Lunae Parracho
Números negativos
Dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal, seis deles apresentaram redução no desmatamento no período: Amapá (- 53%), Maranhão (- 33%), Mato Grosso (- 31%), Pará (- 44%), Roraima (- 19%) e Rondônia (- 12%).
Os três Estados que registraram crescimento no desmatamento foram: Tocantins (33%), Amazonas (29%) e Acre (10%). O governo federal ainda não identificou as causas detalhadas do aumento nestas regiões.
"A gente não sabe identificar todas as causas. Se em Tocantins, por exemplo, está associado ao Cerrado Amazônico que permite uma reserva legal de 35%. Como os Estados não tornam disponíveis as informações do que é legal e do que é ilegal não conseguimos identificar", avalia a ministra. "No Amazonas, temos uma forte pressão por conta de migração em torno da BR-317, há uma grande especulação e grilagem de terra acontecendo. (...) No Acre, ainda não temos informações, mas, possivelmente, seja expansão urbana."
Em números absolutos, o levantamento aponta que o Pará continua sendo o Estado que mais derruba vegetação nativa na Amazônia Legal, ao diminuir 1.699 quilômetros quadrados, seguido por Mato Grosso, com 777 quilômetros quadrados desmatados; Rondônia, com 761 quilômetros quadrados; e Amazonas, com 646 quilômetros quadrados.
A ministra informou ainda que fará reuniões com os governos estaduais e municipais para identificar os problemas e fazer inciativas para tentar resolver os desmatamentos ilegais.

Desmatamento ilegal na Amazônia

Estados Área desmatada
(jul/2012 - ago/2011)
Área desmatada
(jul/2011 - ago/2010)
Diferença
do período
Acre 380 km² 280 km² + 10%
Amazonas 646 km² 502 km² + 29%
Amapá 31 km² 66 km² - 53%
Maranhão 267 km² 396 km² - 33%
Mato Grosso 777 km² 1.120 km² - 31%
Pará 1.699 km² 3.008 km² - 44%
Rondônia 761 km² 865 km² - 12%
Roraima 114 km² 141 km² - 19%
Tocantins 53 km² 40 km² + 33%
Amazônia Legal 4.656 km² 6.418 km² - 27%
  • Fonte: Prodes, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)
Autos de infração
O governo também anunciou nesta terça-feira (27) o lançamento de um equipamento que fará de forma eletrônica os autos de infração aplicados pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a produtores rurais e proprietários de terra. O projeto durou cerca de três anos, custou cerca de R$ 15 milhões e foi produzido com a parceria dos ministérios do Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia e Inovação.
As máquinas já estão em fase de teste e, segundo a ministra Izabella, entrarão em funcionamento a partir de janeiro de 2013. Cada equipe de fiscalização do país terá, pelo menos, uma. O número total de equipamentos que serão utilizados não foi divulgado por questões de segurança nacional, uma vez que registraria o número de equipes em atuação no país.
A ideia do uso do equipamento é diminuir os erros nos autos de infração cometidos com informações, como as coordenadas geográficas, pois vai utilizar dados precisos de satélites. Além disso, o equipamento cancela os autos com registros incorretos e as informações registradas no aparelho serão levadas ao mesmo banco de dados do CAR (Cadastro Ambiental Rural), que ainda não foi regulamentado.

Vote na imagem mais bonita da Amazônia

Foto 6 de 38 - Macaco aranha selvagem do Parque Nacional do Rio Negro, no Amazonas, busca frutos com hóspedes de resorts da área Antonio Gaudério/Folhapress/01.jan.2005

Veja Também

11.18.2012

AÇÕES COMPROMETIDAS COM MEIO AMBIENTE.




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9/11/2012 - 10h11m
MEIO AMBIENTE

Novo Código Florestal terá campanha de divulgação pelo país, diz ministra

Da redação

Fonte: G1
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta sexta-feira (9) no programa de rádio "Bom Dia, Ministro", que nos próximos dois anos o governo vai realizar campanhas de esclarecimento do novo Código Florestal, voltadas aos produtores rurais e que terá envolvimento de organizações de classe ligadas aos setores agropecuário e ambiental.  
Ela confirmou que o governo federal vai adquirir imagens de satélites em alta resolução para monitorar cinco milhões de imóveis rurais do Brasil, como parte da implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que entrou em vigência com a nova lei. Assim, proprietários rurais podem fazer sua inscrição gratuitamente no CAR.  
Segundo a ministra, as imagens em alta resolução possibilitarão que a União e governos estaduais “enxerguem” as propriedades rurais e façam cumprir o dispositivo, que tem o objetivo de conter desmatamentos ilegais em áreas de proteção permanente (APPs). O contrato de R$ 28,9 milhões será assinado ainda nesta sexta, durante cerimônia que acontecerá em Brasília.  
“Será uma gestão de tranquilidade, onde todos serão informados sobre o que vai acontecer e como irá acontecer. As imagens feitas em todos os estados e municípios possibilitará a realização gratuita do CAR. A partir destes dados, vamos avaliar a situação e propor medidas de recuperação”, explicou a ministra durante o programa.  
O CAR é o registro eletrônico obrigatório que vai concentrar informações sobre todos os imóveis rurais. A inscrição da propriedade no cadastro deverá ser feita em um órgão ambiental estadual ou municipal um ano após sua implantação.  

 


Redistribuição de tributos do petróleo  
Izabella também comentou sobre o projeto de lei que prevê a redistribuição de royalties provenientes da exploração do petróleo. Questionada sobre uma possível perda de recursos do Ministério do Meio Ambiente devido à proposta, a ministra disse que a presidente Dilma Rousseff ainda não recebeu o texto-base aprovado, mas que o ministério vai trabalhar para alocar recursos voltados para a questão ambiental.  
Nesta terça-feira (6) depois de uma reviravolta no plenário, os deputados aprovaram o projeto de lei oriundo do Senado que redistribui entre União, estados e municípios os tributos provenientes da exploração do petróleo.  
Um dos projetos do MMA que receberiam verbas provenientes da exploração de petróleo no pré-sal é o Fundo Clima, cujos recursos poderão ser utilizados em projetos para reduzir o desmatamento e a degradação florestal, além de financiar projetos de desenvolvimento tecnológico.  
Há ainda outros programas previstos pela pasta do Meio Ambiente que aguardam recursos dos tributos do petróleo, como a criação de planos de prevenção contra acidentes climáticos. “Não tenho como opinar, mas o Executivo cuidará para assegurar a verba ambiental”, disse Izabella.  
Fiscalização na Amazônia  
Sobre a Amazônia, Izabella adiantou que a taxa anual de desmatamento da Amazônia de 2012 deve apresentar uma nova queda, segundo dados do sistema Prodes. No entanto, a ministra não divulgou detalhes, afirmando que os números devem ser apresentados em breve.  
Ela comentou que o governo tem reforçado a fiscalização no bioma, citando a estratégia anunciada há um mês em conjunto com o Ministério da Justiça, que conta com ações de combate a crimes ambientais por meio de força policial especial permanente, além de ações do Exército, da Polícia Rodoviária Federal e outros organismos do governo.  
Além disso, ela disse que a fiscalização ambiental no país deverá ser reforçada com a contratação de mil pessoas para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e o Instituto Chico Mendes (ICMBio). “Estamos esperando o Congresso aprovar mil vagas (...). Isso é essencial para que possamos dar resposta às unidades de conservação nacional”, explica a ministra.  

10.29.2012

Nosso país possui regime DEMOCRÁTICO, se alguem não revela, as coisas vão lentamente sendo resolvidas. DEMOCRACIA É DIREITO A VOZ.



27/10/2012 15h15 - Atualizado em 27/10/2012 15h15
A gestão deve ser democrática, a sociedade é quem deve escolher. Diretores escolhidos pelo poder público, DEVEM obedecer "quem pode manda quem tem juízo obedece". Agora os pais  são os sujeitos prejudicados , devem cobrar daquele que lida com as VERBAS da EDUCAÇÂO, a maioria dos pais querem reclamar com quem não tem culpa que são diretores,coordenadores e professores. Acordem pais !!. Os impostos da educação,saúde, saneamento etc. saem de todos nós, no ato do pagamento luz, gas, água, supermercado, farmácia, sapatos, roupas, passeios,  etc.

Professora é demitida após divulgar fotos de escola alagada em Imperatriz

Imagens mostram alunos realizando prova segurando guarda-chuvas.
Secretário municipal disse que professora procedeu de forma errada.

Fernanda Libério Do G1 MA
1573 comentários
Chão de sala de aula ficou alagado após chuva (Foto: Uiliene Santa Rosa)Chão da sala de aula ficou alagado após chuva
(Foto: Uiliene Araújo/Arquivo Pessoal)
A divulgação em redes sociais de fotos que mostram alunos fazendo prova embaixo de guarda-chuvas causou a demissão de uma professora do ensino municipal de Imperatriz (MA). As imagens causaram impacto e o caso ganhou repercussão na cidade. O secretário municipal de Educação, Zeziel Ribeiro da Silva, disse que a medida foi tomada porque a professora procedeu de forma errada. A reportagem foi sugerida por um internauta através do VC no G1.
Uiliene Araújo Santa Rosa, de 24 anos, foi afastada e teve seu contrato com a Prefeitura Municipal de Imperatriz encerrado nesta sexta-feira (26), após a publicação das fotos que mostravam uma sala de aula do Colégio Municipalizado Guilherme Dourado. Nas imagens é possível ver os alunos se protegendo com guarda-chuvas, além do chão da sala de aula alagado e buracos no telhado da instituição. De acordo com a professora, a intenção ao publicar as imagens era chamar a atenção para os problemas da rede municipal. “Não identifiquei o nome do colégio ou de qualquer funcionário da instituição, mas publiquei as fotos em meu perfil pessoal, pois acredito que não se deve ficar de braços cruzados diante de uma situação assim”, falou ao G1.
Acredito na liberdade de expressão e em formar alunos com uma visão crítica, que não se conformem com as coisas do jeito que elas estão.
Uiliene Araújo
Após a publicação das fotos, Uiliene conta que percebeu que os colegas a tratavam de forma diferente. “Quando voltamos do feriado, percebi que os funcionários me olhavam de uma forma diferente e já não falavam comigo. Era por causa das fotos. Então começaram a boicotar minhas aulas. Não liberavam data-show ou televisão para que eu trouxesse material para os meus alunos, coisa que faziam para os outros professores”, afirmou ela.
Na mesma semana em que as imagens foram divulgadas, a professora conta que a Secretaria de Educação providenciou reparos imediatos no telhado da escola. No dia 25 deste mês, no entanto, Uiliene foi afastada de seu cargo na unidade Guilherme Dourado e na sexta-feira (26), a professora recebeu um comunicado que anunciava o encerramento de seu contrato com a Prefeitura Municipal de Imperatriz por atos de conduta incabível.
“Fui punida pela publicação das fotos e isso não é justo. É o tipo de coisa que acontecia na época da ditadura, mas estamos em uma democracia, não é? Ela [a diretora] não está agindo como uma gestora. Está tratando a escola como propriedade privada, mas a escola é de propriedade pública, é do município. Acredito na liberdade de expressão e em formar alunos com uma visão crítica, que não se conformem com as coisas do jeito que elas estão. Cresci vendo meu pai e meus professores reivindicando os direitos de educação e aprendi a dar valor a ela, então não poderia ficar de braços cruzados frente a essa situação”, relatou a professora.
Após chuva, sala de aula das escola municipal Guilherme Dourado ficou alagada e alunos tiveram que se proteger com guarda-chuvas (Foto: Uiliene Santa Rosa)Após chuva, sala de aula do Colégio Municipalizado Guilherme Dourado ficou alagada e alunos tiveram que se proteger com guarda-chuvas (Foto: Uiliene Araújo/Arquivo Pessoal)
Uiliene, que se formou no ano passado, começará a dar aulas no ensino superior, mas não pretende abandonar a luta pela valorização da educação fundamental. “Passarei a dar aula para o ensino superior, mas já dei aulas em várias escolas municipais desde a época da faculdade e sei o estado delas. Tenho um filho pequeno e fico pensando, será em um colégio como esse que ele terá que estudar?”, pergunta a jovem.
RepercussãoPublicadas em seu perfil pessoal no Facebook, as quatro fotos que mostram o estado da sala de aula do Colégio Municipalizado Guilherme Dourado já contam com quase 200 compartilhamentos e diversos comentários em apoio à professora e indignação diante da estrutura e atitude da unidade.
Em contato com o G1, o secretário municipal de Educação, Zeziel Ribeiro da Silva, confirmou a demissão da professora. De acordo com ele, Uiliene Araújo Santa Rosa é seletivada e seu contrato foi rescindido após a postagem da situação da escola nas redes sociais. O secretário afirmou que o episódio foi isolado e que a escola, que fica no parque São José, um bairro da periferia de Imperatriz, tem um dos melhores prédios entre as municipalizadas da cidade.
Ainda segundo o secretário, uma ventania ocorrida logo após a eleição destelhou a sala mostrada nas imagens e que no dia em que as fotos foram tiradas uma prova seria realizada, mas que a professora poderia ter evitado a situação. Zeziel alegou que em nenhum momento a professora procurou a direção da escola ou mesmo a Secretaria de Educação para denunciar o caso. Ele afirmou, ainda, que a demissão foi comunicada ao prefeito Sebastião Madeira, que autorizou o procedimento.
O secretário alegou que problemas internos não deveriam ser tratados em redes sociais e que a funcionária, efetivada há quatro meses, procedeu de forma errada. Ele afirma que não há perseguição contra a professora e que a medida administrativa também seria tomada em relação a outro funcionário que cometesse o erro.
Para ler mais notícias do Maranhão, clique em g1.globo.com/ma. Siga também o G1 Maranhão no Twitter e por RSS.http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2012/10/professora-e-demitida-apos-divulgar-fotos-de-escola-alagada-em-imperatriz.html

10.28.2012

Voce gostaria de ser despejado de sua PRÓPRIA CASA?????

Ameaçados de despejo, índios Kaiowá integram protestos pelo país

27 de outubro de 2012 17h14
Retirar o povo da floresta de sua residência, é matar uma cultura. Suas histórias de vida estão ali, a que ponto chegamos ! com a nossa ausencia de valores culturais , nada vale mais do que os interesses de um sistema econômico. Parece ser fácil largar tudo, mas não é !. Eles precisam ser respeitados, não vamos regredir , os portugueses quando aqui chegaram tentaram exterminar toda uma cultura, achando que haviam descoberto as terras, que ja possuiam donos; OS ÍNDIOS. Não podemos repetir erros novamente. Respeitem o povo da floresta !!. Eles não podem serem ALVOS!, ajude quem poder !! , estendam a mão ao povo da floresta !, que eles sejam FLECHA  E NÃO ALVO DOS INTERESSES ECONÔMICOS, este momento é difícil e complicado.
Na imagem uma revelação de suas necessidades, as índias estão preparadas com estas tatuagens , o recursos para isso foi retirado da natureza, local onde eles vivem, respeitem isso !!! Nós vamos a loja comprar tinta para pintar tecidos, casa etc. , eles não !!vão a floresta, no seu próprio entorno buscar seus produtos necessários  para atender e referenciar  uma cultura, que convive com eles anos e anos. Pensem Nisso !!!!  Homens brancos !

Carta de índios da comunidade Pyelito Kue foi interpretada como uma suposta ameaça de suicídio coletivo. Foto: Katia Carvalho/Futura Press Carta de índios da comunidade Pyelito Kue foi interpretada como uma suposta ameaça de suicídio coletivo
Foto: Katia Carvalho/Futura Press
Stéfano Santagada
A recente divulgação de uma carta de índios Guarani-Kaiowás, interpretada como ameaça de suicídio em massa, não foi a primeira polêmica envolvendo representantes da tribo. Antes de publicar em redes sociais o texto que cita a "morte coletiva" dos índios diante de uma suposta determinação judicial para que deixem uma área no Mato Grosso do Sul, os Kaiowás integraram protestos em outros estados brasileiros.
Na semana passada, os indígenas estiveram em São Paulo e Altamira (PA) - a cerca de 3 mil km do Mato Grosso do Sul -, protestando contra a construção da Usina de Belo Monte. No último dia 19, participaram de ato na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em favor dos povos indígenas brasileiros.
O coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Estado, Flávio Vicente Machado, afirma que existem "redes de articulação" entre lideranças indígenas para a organização destes atos. Segundo ele, os deslocamentos são custeados com recursos próprios e, em alguns casos, pelos organizadores dos eventos.
A mais recente e reverberante manifestação pública foi contra a reintegração de posse de uma área ocupada pelos Kaiowás em Iguatemi (a 450 km de Campo Grande), disputada com fazendeiros desde 2002. Na carta, eles afirmaram que o despejo dos moradores da aldeia significaria decretar a morte dos 170 índios, incluindo 70 crianças.
O anúncio da liminar foi feito na semana passada, mas na última sexta-feira, a Justiça sul-matogrossense esclareceu que a liminar é para a manutenção da posse, e não reintegração. Ou seja, os índios podem permanecer na área enquanto a questão não é resolvida.
A situação, no entanto, chamou atenção para conflitos envolvendo a etnia Guarani-Kaiowás, o segundo maior agrupamento indígena do Brasil. Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), são cerca de 45 mil pessoas da etnia espalhadas em pequenas áreas, principalmente, no sul do Estado de Mato Grosso do Sul.
De acordo com a Funai, a disputa em Pyelito Kue "não é um caso isolado". "Comunidades Gurani-Kaiowá de toda a região enfrentam graves problemas e ameaças à vida", diz a entidade, em nota.
Para Flávio Vicente Machado, os constantes conflitos por terra entre índios e fazendeiros têm provocado o aumento da violência nas comunidades. "A situação chegou a esse ponto devido à omissão do Estado brasileiro. A carta (da comunidade Pyelito Kue) traz o anseio de todo um povo, um povo que está sendo assassinado pela omissão do governo", diz. "Os algozes dos índios estão no Mato Grosso do Sul e em Brasília", conclui.
Conforme o Cimi, estudos comprovam que a etnia viveu na região até a década de 1920, quando a expansão agrícola começou a expulsar os índios do local. O processo se acentuou há cerca de 40 anos, com a introdução das lavouras de soja na localidade. "Há farta documentação que comprova a ocupação histórica dessa região pelos Kaiowás", defende Machado.
Para ele, desde então, houve um "confinamento" de índios em pequenas comunidades. Segundo o coordenador, a retomada das terras pelas comunidades indígenas se iniciou apenas na década de 1980. A partir daí, contudo, ocorreu um forte aumento no número de assassinatos de lideranças e conflitos entre índios e agricultores.
"O Mato Grosso do Sul é rico, e a nossa situação é de violência e precariedade. Estamos apenas lutando pelo nosso direito. O nosso futuro está na nossa terra e o governo tem que respeitar o nosso espaço. É para isso que lutamos", afirma o vereador Otoniel Ricardo (PT), da cidade de Caarapó (MS), membro do conselho da Aty Guasu, que representa os Guarani-Kaiowás.
Em manifesto publicado pelas redes sociais, a Aty Guasu afirma que a etnia se encontra em processo de "genocídio". "Esses fatos levam os índios ao estado de desespero e medo. Por isso, pensam em resistir e reagir, para morrer todos juntos", disse o grupo.
Suicídios
Diante da repercussão da carta da comunidade Pyelito Kue, entidades e lideranças indígenas negaram que o texto anuncie um "suicídio coletivo" no local. Segundo o vereador Otoniel, a mensagem foi mal interpretada pela população. "Não é verdade. Isso não vai acontecer. Suicídio é um tema muito pesado para nós", disse.
Em comunicado, a Aty Guasu também refutou os rumores. "Os Kaiowás falam em morte coletiva no contexto da luta pela terra, ou seja, se a Justiça e os pistoleiros contratados pelos fazendeiros insistirem em tirá-los de suas terras tradicionais, estão dispostos a morrerem todos nela, sem jamais abandoná-las".
A despeito das negativas, os suicídios têm se tornado prática comum nas comunidades Kaiowás. Segundo dados do Cimi, a cada semana um jovem da etnia tira a própria vida - nas últimas três décadas foram mais de 1,5 mil casos. Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado em 2010 afirma que a taxa de mortes do tipo entre Kaiowás foi 19 vezes maior que a média nacional na década passada. A maioria dos casos ocorreu entre jovens na faixa dos 15 aos 29 anos.
Mesmo com o alto índice, o coordenador do Cimi na região afirma que o suicídio não é uma característica do grupo indígena. "Não é cultural, não há registros disso na antropologia", diz. Segundo ele, os casos são uma consequência da "falta de perspectiva de se viver no próprio território".